terça-feira, 1 de outubro de 2019

Desemprego no governo Bolsonaro: trabalhadores sem carteira batem recorde


Brasília — A taxa de desocupação no Brasil ficou em 11,8% no trimestre encerrado em agosto, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Apesar do resultado, o país ainda tem 12,6 milhões de pessoas em busca de trabalho. A queda no desemprego foi puxada pela entrada de 684 mil trabalhadores no mercado, totalizando 93,6 milhões de ocupados, o maior número desde 2012.
O resultado ficou no teto das expectativas dos analistas, que estimavam uma taxa de desemprego entre 11,5% e 11,8%, com mediana de 11,7%.
Em igual período de 2018, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 12,1%. No trimestre até julho deste ano, a taxa foi exatamente a mesma, de 11,8%.
Com o resultado do trimestre até agosto, o indicador interrompeu uma trajetória de queda registrada desde o trimestre encerrado em abril.

Informalidade

Ao passo que aumentou a quantidade de pessoas no mercado de trabalho, os níveis de informalidade bateram recorde, de acordo com o IBGE.
Os dados mostram que 41,4% da população ocupada se encontra na informalidade, a maior proporção desde 2016, quando esse indicador passou a ser produzido. Dos 684 mil novos ocupados, 87,1% entraram no mercado de trabalho pela via informal.
Nesse grupo estão os trabalhadores sem carteira assinada (empregados do setor privado e domésticos), os sem CNPJ (empregadores e por conta própria) e os sem remuneração (auxiliam em trabalhos para a família).
Os empregados sem carteira assinada totalizaram 11,8 milhões de pessoas e os por conta própria somaram 24,3 milhões de trabalhadores no trimestre encerrado em agosto, os maiores contingentes da série histórica, iniciada em 2012.

Desalento

Pela primeira vez em quase cinco anos, a taxa de subutilização caiu para 24,3%. O resultado foi puxado pelo aumento da ocupação somado à queda de 3,9% na população desalentada, que reúne 4,7 milhões de pessoas que desistiram de procurar trabalho.
Já o número de subocupados por insuficiência de horas, aqueles que trabalham menos de 40 horas semanais e gostariam de trabalhar mais, está em 7,2 milhões de pessoas. Apesar de representar estabilidade em relação ao trimestre anterior, é o maior contingente desde 2012.

Samuel Moreira (PSDB): entre os 200 piores deputados no Congresso em Foco



A votação do Congresso em Foco 2019 revelou que o Deputado Samuel Moreira está na posição 230ª, de uma lista contendo um total de 409 deputados votados. 

Isso significa que Samuel está entre os 200 piores deputados na votação de 2019, com apenas 142 votos, na categoria votação popular. 

Esta baixíssima votação popular certamente está relacionada com o fato de que o deputado foi o relator da Reforma da Previdência, um dos principais responsáveis pela retirada dos direitos referentes à aposentadoria, pensão e benefícios sócio assistenciais. 

Samuel Moreira representa um retrocesso para a política de direitos do trabalhador. É, sobretudo, uma mácula que ele seja do Vale do Ribeira, fato que nos envergonha! 

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Calamidade pública: Sem nenhuma cesta básica, Fundo Social de Solidariedade deixa pessoas em vulnerabilidade alimentar com risco de fome



O Fundo Social de Registro, sob a presidência da Maria Amélia Fantin conseguiu, a escandalosa façanha de deixar o município de Registro sem cestas básicas para atender à população em vulnerabilidade, no que diz respeito à segurança alimentar.

Segundo informações obtidas, a situação decorrer de problemas da entrega do fornecedor. No entanto, o Fundo Social não apresentou plano de contingência nem soluções para o problema, deixando os cidadãos em situação de extrema vulnerabilidade alimentar. 

É mais uma prova do elitismo, da inconsequência e da incompetência em colocar o interesse público em primeiro lugar. São estas, pois, marcadas registradas e cunhadas não apenas por Gilson Fantin e seu grupo político, mas também pela presidente do Fundo Social, sua esposa, a Sra. Maria Amélia Fantin. 

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Cassação de Fantin (PSDB) precisa de voto de 9 vereadores: apadrinhado de Samuel Moreira é indiciado por corrupção, fraude e formação de quadrilha



Nesta quinta-feira (27/06) a Câmara Municipal de Registro convocou Sessão Extraordinária para votar o pedido de cassação do Prefeito Gilson Fantin (PSDB). O relatório final da Comissão Processante foi apresentado nesta terça-feira (25/06) e nele se reconhece a procedência e possibilidade de cassação do mandato do Prefeito. 

Para efetivar a cassação do Prefeito Gilson Fantin será preciso de 9 dos 13 votos da Câmara Municipal. Segundo informações extra-oficiais, 7 vereadores já se posicionaram favoravelmente à cassação de Fantin, são eles: 

- Sandra Kennedy
- Everton Adorno
- Fábio Cardoso
- Gerson Teixeira
- Rafael Freitas
- Roberto Stuchi
- Vander Lopes

Os vereadores que ainda não se posicionaram a favor da cassação de Fantin, são: 

- Marcelo Comeron
- Inês Kawamoto
- Heitor Sansão
- Célio
- Gilvan Mendonça
- Cristiano Oliveira

Será um momento impar na história política da cidade de Registro. Poderá se efetivar a cassação do único prefeito da história de Registro que virou um caso de polícia, acusado de corrupção, formação de quadrilha e fraude em licitações. 

quinta-feira, 30 de maio de 2019

Saiu o relatório da Polícia Federal: Fantin (PSDB) poderá ser preso e/ou cassado



Os vereadores de Registro receberam em mãos da delegada da Policia Federal Melissa Maximino Pastor o relatório da Operação Prato Feito concluiu pelo envolvimento de Gilson Fantin, Simone Patrícia e Luciano Miyashita por corrupção passiva, fraudes à licitações e integrar organização criminosa no período de 2014 a 2018. 

O relatório agora segue para o Ministério Público que deverá aprovar e encaminha a justiça com a solicitação das medidas cabíveis. Segundo a opinião de advogados que foram consultados estes crimes certamente podem implicar no pedido de prisão e de cassação do mandato dos envolvidos.

Independente do processo que corre na justiça, a Câmara Municipal de Registro deverá decidir pela cassação do mandato do Prefeito Fantin. Resta saber qual será a posição dos 6 vereadores (Cristiano Oliveira, Marcelo Comeron, Dra. Inês, Célio da Farmácia, Heitor e Primo) diante das provas e das conclusões do relatório.

terça-feira, 7 de maio de 2019

Fantin (PSDB) comete ilegalidade em licenciamento e Registro pode perder R$ 1 milhão, além da demolição da obra do CAPS




Valor gasto na obra, até o momento, chega a quase 1 milhão de reais.

Desde o final do ano passado a justiça determinou a interrupção das obras em razão da construção ter sido realizada em “área verde”. Além da paralisação, há o pedido de demolição das obras do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS).

A obra, que é de responsabilidade do Governo do Estado de SP, só começou após o trâmite de autorização da Prefeitura, que contrariamente ao parecer da Cetesb, optou pelo processo de licenciamento chamado “via rápida”, tendo assim forjado a autorização para construção das obras. Deste modo, o governo Fantin autorizou a construção em “área verde”, o que é proibido e ilegal segundo as leis.

As obras se encontram em avançado estágio de desenvolvimento e o pedido do Ministério Público é pela interrupção e, também, pela demolição da construção, em razão das ilegalidades ambientais apontadas no processo. Já foram investidos mais de R$ 900 mil nas obras do CAPS e o erro cometido pelo governo de Fantin pode causar um enorme dano ao dinheiro público.

Além da questão central, que é a construção da obra em “área verde”, destaca-se, novamente, assim como no processo movido pelo Ministério Público sobre os cargos comissionados, ocorreu que o Governo Fantin perdeu o prazo judicial para recorrer, razão pela qual, o processo foi julgado à revelia – preliminarmente – e a obra paralisada. O pedido para demolição ainda será analisado, em seu mérito.

As informações detalhadas do processo de paralisação das obras do CAPS, a pedido do Ministério Público, podem ser acessadas no site do Tribunal de Justiça, com o número 1002539-62.2018.8.26.0495.

Bolsonaro corta recursos do Instituto Federal de Registro e ameaça continuidade de atividades do Campus



Na última sexta-feira (03/05), o governo de Jair Bolsonaro anunciou um corte de 30% no repasse de recursos para todas as universidades e institutos federais do Brasil. 

Em Registro, no Instituto Federal de Registro aconteceu nesta segunda-feira (06/05) um ato contra o corte de recursos. Na ocasião, além de várias falas de estudantes, o Diretor do Campus, Walter Varella, afirmou: "Nós temos aqui uma quantidade de jovens, todos alunos do Vale do Ribeira, eles não estão pedindo nada, a não ser uma educação de qualidade e a manutenção desse campus. Todo o Vale do Ribeira é beneficiado por esses alunos. Não a este corte absurdo."

Com este corte, os Institutos Federais ficarão sem dinheiro para água, luz, manutenção e materiais, universidades e institutos federais podem ter funcionamento inviabilizado. Para evitar prejuízo a alunos, instituições pedem que MEC reverta bloqueio orçamentário.

Se esta medida não for revertida, as consequências serão graves para o desempenho das atividades da universidade no segundo semestre de 2019. UFPR diz que despesas comuns, como contas de água e luz, serão diretamente atingidas pelo bloqueio.

A Universidade Federal do Pampa (Unipampa) comunicou que, com exceção da assistência estudantil, todas as demais ações tiveram valores bloqueados, somando mais de R$ 18 milhões. De acordo com a instituição, "o bloqueio destes valores e, se posteriormente traduzidos em cortes, inviabilizarão o funcionamento de vários serviços da universidade".

O reitor da Universidade Federal de Goiás (UFG), Edward Madureira, disse, em entrevista à rádio da instituição, que em um orçamento já insuficiente para fazer face aos compromissos, um corte de 30% decreta a "absoluta inviabilização do funcionamento da universidade".

A UFBA verificou a existência de um bloqueio de 30% da verba destinada ao pagamento de despesas ordinárias, como água, energia, telefone, manutenção de espaços e equipamentos e pagamento de pessoal terceirizado. O valor bloqueado é de R$ 37,3 milhões e, se for confirmado, "terá impacto significativo no funcionamento da universidade até o final de 2019", informa a entidade em nota.

A Universidade Federal Fluminense (UFF) também contatou o bloqueio de 30% dos recursos disponíveis para manutenção das atividades, como bolsas e auxílios a estudantes e despesas fixas, como água, luz, limpeza e segurança. De acordo com a entidade, "se confirmada, esta medida produzirá consequências graves para o pleno funcionamento da universidade".

O Conselho de Administração da UnB manifestou "profunda apreensão" com o bloqueio de 30%. "Restringir ainda mais os recursos de custeio impossibilitará a universidade de realizar pagamentos de serviços básicos de manutenção, tais como água, luz, limpeza e segurança, bem como de adquirir insumos e suprimentos essenciais para laboratórios, podendo causar graves prejuízos à formação dos estudantes e às atividades de ensino, pesquisa e extensão, a partir do segundo semestre de 2019”, informou em nota.